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Segundaa
Feira, 22/09/2008
A verdadeira felicidade
Uma pesquisa publicada na Inglaterra pelo psicólogo Adrian White afirma que a Dinamarca é o país mais feliz do mundo. O cientista baseou seu estudo em dados de 178 países e 100 estudos mundiais de órgãos como a Organização das Nações Unidas e a Organização Mundial da Saúde.
Os principais fatores que afetam a felicidade são o fornecimento de saúde, a riqueza e a educação, de acordo com White, que disse que sua pesquisa produziu o "primeiro mapa mundial da felicidade".
Atrás da Dinamarca vêm a Suíça, a Áustria, a Islândia e as Bahamas. No fim da lista estão a República Democrática do Congo, o Zimbábue e o Burundi.
"Países menores tendem a ser um pouco mais felizes porque há um senso de coletivismo mais forte e há ainda as qualidades estéticas de um país", declarou White.
Ele admitiu que coletar dados baseados em bem-estar não é exatamente científico, mas disse que as medidas usadas eram muito confiáveis na previsão de conseqüências da saúde e do bem-estar social.
Estudos regulares de acadêmicos em todo o mundo, usando os mesmos testes, permitiriam aos pesquisadores entender melhor que fatores afetam a felicidade. White disse esperar que todos os países no futuro realizem comparações semestrais.
Mais uma vez, estamos diante de estudos científicos que inspiram confiança. Eles procuram estabelecer requisitos a serem analisados para concluírem em que lugar desta terra o homem é mais feliz. Os fatores avaliados dizem respeito à saúde, à riqueza e à educação. Na verdade, são bens essencialmente terrenos. Aliás, quando se tomam esses itens como parâmetros, só interessa saber qual o lugar mais feliz deste mundo. A felicidade, do ponto de vista científico, se restringe à vida terrena.
O mundo pagão nunca vai admitir que a verdadeira felicidade não está nas coisas terrenas. As pessoas sem Deus estão apegadas aos valores desta terra. Eles são referenciais que podem indicar se o homem é ou não feliz.
No entanto, não precisamos ir muito longe para demonstrar que os fatores usados na determinação da felicidade são efêmeros e essencialmente frágeis. Todos os itens avaliados pelo cientista inglês perecem no momento em que o homem fica diante da mais dura realidade: a morte. Jesus disse ao rico insensato: esta noite te pedirão a tua alma, e o que tens preparado, para quem será?
A felicidade, no sentido mais amplo do seu entendimento, precisa ser considerada como um bem-estar não apenas restrito ao âmbito terreno. Ela deve transcender as expectativas do mundo em que vivemos, projetando-se para a eternidade. Ser feliz aqui neste mundo, com toda a saúde, todas as riquezas e todo o bem cultural é muito pouco, se analisarmos que o homem tem uma vida eterna para viver.
Para complementar a certeza da felicidade total, precisamos acrescentar o requisito mais importante: a fé em Jesus Cristo. Sem ela, ninguém verá a Deus. É muito bom termos saúde, dinheiro e uma boa educação. Mas, se não tivermos o perdão dos nossos pecados e a certeza da vida eterna que Jesus nos proporciona, através do seu sacrifício, de nada vale tudo isso. Esses bens desaparecerão quando sairmos daqui.
Com Jesus, temos a certeza de que a felicidade não termina com a morte, mas prossegue por toda a eternidade.
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Ev. Claudinei Zweibrucker
Evangelista da Igreja Evangélica Assembléia
de Deus em Santa Maria - RS
Produtor e apresentador do quadro "Momento
de Reflexão" do programa radiofônico
"A Voz da Assembléia de Deus".
depcom@adsantamaria.org.br
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